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Em Curitiba, Mostra Artefacto apresenta 20 espaços assinados por profissionais de destaque no mercado

Por setembro 18, 2019 Sem comentários

Na temática “5 Senses”, adotada este ano, a Artefacto apresenta composições que despertam os sentidos na sua megaloja de Curitiba. Na capital paranaense, a marca criou 20 espaços, assinados por 30 profissionais de expressão no mercado. A provocação feita a eles, como inspiração para suas criações, foi de que planejassem ambientes para “ver, ouvir, sentir, tatear, degustar”. As protagonistas são peças do acervo da grife, especialmente as da coleção Edition 2019, assinada pela arquiteta Patricia Anastassiadis, diretora criativa da marca.

O tema central é adotado em todas as exposições que está rodando o país em versões regionais nas 20 lojas brasileiras da marca, apresentando propostas contemporâneas e atemporais. Na região Sul, a Mostra Artefacto acontece também no showroom da marca em Balneário Camboriú, onde dez espaços apresentam composições desenvolvidas por 16 profissionais de referência no mercado de Santa Catarina. Clique aqui e confira.

Confira o elenco da Mostra Artefacto Curitiba e as suas propostas:

Ana Sikorski e Kátia Azevedo (Moca Arquitetura)

A dupla criou o Loft do Colecionador. Partindo da arquitetura de um rooftop com estrutura industrial e grandes aberturas, que pode estar em qualquer lugar do mundo, a proposta é remeter a lugares onde ele já morou. No mobiliário, com mix de peças diferentes, onde não há repetição de poltronas, fica claro que o morador também coleciona móveis de design, mesclando tecidos como couro e veludo. A composição se completa com objetos de decoração, obras de arte e muitos livros. “Acreditamos em uma arquitetura afetiva e singular e, quando projetamos a casa de alguém, buscamos extrair o máximo de sua rotina, sua personalidade e, principalmente, sua história. Nesse ambiente não poderia ser diferente, quisemos mostrar a essência da Moca em um âmbito de high design.”, contam as profissionais.

 

André Bertoluci

Na leitura dos sentidos a visão ganha atenção logo na entrada do living. A parede em pedra natural emoldura de forma elegante a lareira. As demais paredes são envelopadas com painéis de madeira que, além do desempenho térmico e acústico, transmite requinte, sofisticação e traz conforto. O tato é exaltado na escolha de tecidos nobres.  Para sair do convencional – branco e bege – a aposta de André foi usar a cor pumpkin, um tom alaranjado, que reveste as quatro Poltronas Belgravia. Posicionadas em círculo, uma de frente para outra, completam a adega. “Desfrutar do seu melhor vinho no aconchego de casa tem se tornado uma demanda frequente nos projetos que atendo. Com base neste comportamento, trouxe uma solução versátil para adega, onde é possível conservar o vinho de modo refrigerado e natural. Foi a maneira que encontrei de enaltecer o paladar”, conta o arquiteto.

 

Angela Russi

Um living descontraído, com todos os elementos em harmonia. A decoradora Angela Russi assina um espaço contemporâneo que tem no paladar sua principal referência. Para tanto, a profissional investe em uma adega que abriga espumantes premiados. A versatilidade da decoradora aparece na utilização do mobiliário Artefacto Beach & Country, com destaque os linhos e tecidos naturais.

 

Caroline Bollmann

Com formação em piano clássico, a arquiteta explorou a audição no seu espaço na Mostra Artefacto. “Se pelos nossos sentidos fazemos todas as nossas escolhas, as minhas melhores escolhas, melhores projetos, melhores lembranças sempre foi e sempre serão embaladas por uma boa música”, conta a arquiteta. O espaço apresentado é um living de estar e jantar que, após uma intervenção, ficou com 60 metros quadrados. A ampliação tinha um objetivo importante:  trazer um piano de cauda para compor o projeto.  “Busquei um piano que tivesse história, que fosse o ‘Sonho de Consumo’ dos músicos, assim como é o mobiliário Artefacto para os clientes”, avalia Carol que imaginou um apartamento em Frankfurt, com visual incrível para o Rio Meno, numa sexta feira à noite, mobiliário aconchegante, luz cênica, na medida e para uma mulher apaixonada por música. Essa é a cena, que ganhou cores como dourado variações de cinza e um toque de pink, para deixar o ambiente mais feminino e até mais impactante.   Nos tecidos e texturas estão veludos, couros, linhos em tons parecidos, mas texturas, tramas, e apelos visuais diferentes.

 

Cláudia Horta e Edson Velo

O Espaço Corporativo da dupla foi feito para inspirar reuniões, criar, tomar decisões e ter visão clara e certa das metas. Exatamente por essas características, a sala servirá como espaço para atendimentos e reuniões da Artefacto. Além da questão visual, o ambiente tem a necessidade de ser funcional. O verde – utilizado no mobiliário – desperta a criatividade e aguça a curiosidade. “Procuramos tornar o ambiente corporativo em um espaço acolhedor e elegante, onde os profissionais da loja possam atender os clientes com conforto, transmitindo a linguagem sofisticada da marca”, contam os profissionais, que usaram linhos em tons de cinza, couro natural cinza e veludo verde escuro.

 

Cymara e Camila Largura e Jacy Ebrahim

Após uma incrível experiência em Mykonos, cidade esculpida em meio as rochas, Cymara e Camila Largura e Jacy Ebrahim decidiram que sua 4ª participação na Mostra Artefacto Curitiba seria inspirada nesse cenário. Para isso, elas lançaram mão do branco, Off White, o tom quente da madeira, as fibras naturais e o verde da natureza. O resultado é um espaço capaz de estimular todos os sentidos. “Nossa proposta é para que as pessoas se sintam bem e queiram ficar no ambiente”, conta Cymara Largura.

 

Diego Francesquini

Think Inside the Box. Com um tema impactante, Diego Francesquini estreia na Mostra Artefacto com um espaço que explora a visão e o tato. A visão é representada por algumas fotografias em movimento, pela grande caixa em madeira onde a cama está colocada e pela fluidez dos espelhos Boyer. Já o tato é representado pelas texturas de parede e teto, assim como uma diversidade de tecidos, que proporcionam uma agradável sensação de acolhimento ao serem tocados. Além da área de dormir, o arquiteto criou um estar e um home office. Tons terrosos, grande tendência mundial, foram amplamente usados, aumentando a sensação de conforto.  “A iluminação foi estrategicamente posicionada para criar um ambiente cênico, diferenciando-se dos tradicionais métodos de dispor luminárias. As pessoas podem esperar um novo olhar sobre texturas e iluminação”, conta o arquiteto.

 

Elaine Zanon e Claudia Machado

O Loft com Sentido de Leveza Outonal da dupla é inspirado nos cinco sentidos. “Nosso espaço é um convite para dar atenção as características específicas dessa estação da vida. Algo que, muitas vezes não conseguimos perceber porque nos desconectamos com a nossa essência”, contam. Todo o ambiente é inspirado nos detalhes da natureza. Seja no papel de parede – que dá a sensação de um refúgio – seja nas luminárias que dão a sensação de gotas de água – e até os móveis que convidam para estar e conviver de forma confortável e agradável. Para dar harmonia, as profissionais escolheram os tons suaves de cru, cinza e rose. O piso ganhou mármore natural em tons de branco, bege e cinza, com veios de movimento contínuo, realçando a beleza da natureza.

 

Eliza Schuchovski

A proposta para este espaço era apresentar algo iluminado e leve. A paleta de cores terrosas com o contraste do ouro e conhaque cria um conceito que explora opostos, trabalhando o rústico e o luxo. Eliza Schuchovski apresenta elementos que remetem à ancestralidade: os primitivos muxarabis foram redesenhados em um contexto mais moderno, além das cores. Para deixar o espaço mais despojado, a arquiteta investiu em conforto e funcionalidade. “Nossos projetos são personalizados em uma atmosfera de emoção e vida. Eles imprimem a rotina da família, marcados pelo diálogo com a natureza, onde a essência é a harmonia e a realização das intenções e estilo de vida de nossos clientes”, afirma Eliza.

 

Gisele Busmayer, Carolina Reis e William Toledo

Com uma leitura contemporânea, o BRW Arquitetos Associados projetou o loft do jovem casal. Repleto de personalidade, tecnologia e repertório, o ambiente,  de 65 metros quadrados, soma sala de estar, quarto, jantar, bem como uma cozinha integrada. A ideia dos profissionais é revelar uma geração que valoriza cada vez mais viagens, experiências e memórias herdadas da família. A nova geração tem repensado padrões de consumo e surge uma questão muito comum: eu preciso mesmo disso? Paralelamente, nos deparamos cada vez mais com espaços menores para se viver. Pensando nisso, idealizamos um ambiente onde os mobiliários da Artefacto se apresentam, além de sofisticados, versáteis em espaços menores”, explica a designer Carolina Reis.

 

Ivan Wodzinsky

Uma facha de tirar o fôlego. O arquiteto Ivan Wodzinsky volta a Mostra Artefacto com um terraço coberto, mas não fechado, um living com área de jantar e cozinha funcional. Todo o mobiliário é Artefacto Beach & Country com cores sóbrias e diferentes texturas. A proposta é convidar as pessoas a sentir a natureza e suas manifestações, como o vento, o cheiro de madeira molhada, além do som dos pássaros – algo comum na região – e o lindo jardim.

São quase 100 metros quadrados, em um espaço que forma ligação visual com o público passante em frente à loja, levando a marca para mais perto das pessoas. Destaque para o balanço na estrutura debruçado sobre o jardim, criado especialmente para este projeto. Do lado oposto ao terraço, Ivan criou um novo jardim para a loja, composto de diferentes espécies de vegetações. O terraço será um novo ponto de encontro da loja, um espaço para promover eventos e reuniões. “Aqui o importante é oferecer às pessoas o prazer de usufruir de todas as maneiras este ambiente, de vê-lo como uma obra de arte. Acredito que viver bem é uma arte. E essa arte de viver bem tem tudo a ver com personalidades e estilo de vida”, completa Ivan.

 

 Jayme Bernardo e Glei Tomazi

Uma experiência visual e sonora com um contato com a arte. Na França Imperial de Jayme Bernardo e Glei Tomazi, os sentidos são inspirados pela temática da arte clássica francesa. O painel iluminado, as cores fortes nas poltronas, a textura marcada nos tecidos e materiais quentes já despertam a visão na entrada do espaço. Com o olhar mais atento é possível ver a imagem clássica no teto que, junto com os grandes painéis na parede remetem ao Louvre. Para aquecer o ambiente, os arquitetos colocaram um grande plano de luz. O som ambiente também faz parte do tema e reforça a importância de um fundo musical para compor o espaço com 82 metros quadrados. A tonalidade cinza na parede, os metais com acabamento dourado, madeira e aço inox arrematam o projeto cheio de boas surpresas.

 

Jocymara Nicolau e Andrea Posonski

As arquitetas celebram sua 12a incursão na Mostra Artefacto Curitiba, com um loft de 95 metros quadrados composto por estar, jantar e quarto. Um dos destaques é a instalação iluminada que flutua sobre o estar com o objetivo de ativar a emoção e os sentidos. O tato é estimulado nas texturas apresentadas, como nas faixas de concreto que revestem as paredes laterais, no porcelanato, no tricô das colchas e na trama das mesas Grid. Quatro jabuticabeiras secas formam uma “escultura” natural e marcante no ambiente. Na paleta de cores estão tons mais neutros, com base em cinza e branco, e materiais com diferentes densidades. A oposição entre liso/ áspero, sofisticado/ rústico, claro/ escuro, quente/ frio é sentido em todo o espaço. “A emoção atinge os sentidos e enriquece a experiência de contemplação do mobiliário”, contam as profissionais.

 

Juliana Meda

Um convite à diversão. No espaço de Juliana Meda estão todos os elementos que promovem o lazer. A grande área gourmet tem adega, espaço para leitura, muitos sofás para receber amigos e família e uma mesa de jantar que é, também, mesa de bilhar. Todos os sentidos foram trabalhados: o calor da lareira e o impacto visual do fogo; o uso do mármore; a área de refeição, feita especialmente para contemplar o paladar. As plantas, os tecidos, as telas usadas nas luminárias foram colocadas pensando no toque (tato) e o espaço tem som ambiente. O uso do vidro no teto permite uma intensa iluminação natural e a possibilidade de apreciar a vegetação da área externa. No mobiliário – 100% Artefacto Beach & Country –estão tons próximos, mas texturas bem diferentes. Destaque para o uso do linho, aço inox, couro, high gloss e pedras naturais. Os biombos dão sensação de amplitude com efeito espelhado.

 

Margit Soares

Para assinar a vitrine da Mostra Artefacto Curitiba, Margit Soares lançou mão de um projeto contemporâneo e clean. Para ela, as principais inspirações foram na visão e no tato. “Acredito que são os sentidos que mais representam a decoração”, conta Margit. O resultado é um espaço atemporal, bem aconchegante e com cores neutras.

 

 

Olga Bergamini e Karin Neitzke

O Quarto campestre da dupla é inspirado em elementos da arquitetura encontrada em Toscana, na Itália.  As profissionais exploraram o tato e a visão, com texturas, cores, padrões (paredes, painéis e papéis de parede, tecidos e acabamentos, piso, tapetes). “Nosso ambiente proporciona a integração entre o espaço interno e externo: o verde e a harmonização de elementos do feng shui. Um aroma campestre e um som ambiente também trazem a memória olfativa e auditiva de um lugar de sossego e tranquilidade próximo a natureza”, contam as profissionais.

 

Priscilla Mueller

A arquiteta  ficou com a responsabilidade de fazer um espaço especialmente para a linha Artefacto Home. Inédita em Curitiba, a linha possui centenas de objetos de decoração, que agora estarão acessíveis para os profissionais do Paraná. No espaço, a proposta é fazer com que as pessoas se sintam acolhidas e tenham uma experiência. Para isso,  trabalhou com harmonia de cores e amplitude. “Nosso desafio foi compor um ambiente que pudesse permitir uma circulação fluida em todo o espaço para que os clientes pudessem admirar os novos objetos da linha Home. Por este motivo, o layout prioriza o fluxo. Então, fizemos um living amplo no qual os usuários podem sentar e contemplar a integração dos objetos com a linha de móveis da Artefacto”, conta Priscilla. Para destacar os objetos, a arquiteta revestiu todo o piso e paredes com madeira natural nogueira. A paleta de cores neutras e a madeira natural escura receberam móveis com acabamento em couro, metais e linho.

 

Suelen Parizotto

Para Suelen Parizotto, arquitetos planejam cenários que só serão completos quando se tornarem multissensoriais. Para o ambiente da Mostra Artefacto Curitiba, a arquiteta se inspirou no olfato – vindo do aroma da madeira natural presente no ripado – no tato com texturas das pedras, tecidos, e da visão despertada pelo movimento do ripado e obras de arte. Os tons de cinza usados no ambiente são aquecidos pela cor da madeira em lâmina natural. “O d​esign dos móveis da Artefacto, as obras de arte, em conjunto com as texturas e os revestimentos naturais criam atemporalidade ao ambiente”, conta Suelen. Outros pontos altos do projeto são o mármore utilizado na lareira, o toque dos diferentes tecidos como linho, veludo e a camurça natural, as obras de arte e objetos decorativos.

 

Talita Nogueira

“Acredito que a arquitetura está sempre ligada aos cinco sentidos, mesmo que inconscientemente”, afirma Talita Nogueira que, para criar seu espaço, precisou entender que a combinação dos objetos, cores, obras de arte, iluminação, texturas, tecidos, revestimentos, em conjunto, formam uma experiência global, única e especial. Cores e texturas foram agrupadas para dar a sensação de continuidade, algo notado no conceito de “encaixe”, que foi a concepção inicial do projeto. A iluminação (natural e artificial) também foi trabalhada para dar a sensação de que o visitante está “nas nuvens”. Para trabalhar o tato, Talita trouxe diferentes texturas, revestimentos e arranjos, que promovem a sensação de conforto e a vontade de “sentir” as texturas com as mãos. A Palha indiada que foi aplicada em toda uma superfície de parede, também ganhou destaque especial com iluminação.

 

Viviane Loyola

A arquiteta trabalhou um ambiente integrado, onde quarto, sala de estar e jantar formam um espaço pensado para o dia a dia atual. A ideia é, mais uma vez, oferecer a sofisticação dos materiais com a contemporaneidade do mobiliário solto. São 105 metros quadrados, sendo 14 metros quadrados de área externa, que evocam boas lembranças e sensações.  Para ela, os cinco sentidos estão presentes na composição dos materiais, nos painéis de madeira em composição com a parede de tijolinhos e o acabamento dos tecidos em cores diversas da Artefacto. Completam o espaço o piso em porcelanato com tapetes, as estantes em metal e o mármore. “Eu queria oferecer um ambiente sofisticado e acolhedor, com uma sensação de conforto, um cheirinho bom, uma paz inexplicável. Aqui é possível trabalhar boas emoções como o descanso, a alegria e a descontração”, avalia Viviane, que destaca, também, o uso de plantas para estimular o tato em seu projeto.

 

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