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Crítico de arte norte-americano mediará visita guiada a uma das exposições da Bienal de Curitiba

Por janeiro 19, 2018 Sem comentários

Um dos curadores da exposição “Porque o mundo nunca deve perder seus afetos” da Bienal de Curitiba,  Royce W. Smith (EUA), oferecerá uma visita guiada gratuita, em inglês/espanhol com tradução simultânea. O evento será neste domingo, dia 21 de janeiro, às 11 horas, no Memorial de Curitiba, local que se encontra parte da mostra, que também se estende ao Museu Paranaense, integrando a Bienal de Curitiba ’17. Para participar, é necessário mandar um e-mail confirmando presença no evento para contato@bienaldecuritiba.org, com nome completo e telefone, com o assunto “Visita Mediada Royce Smith | Bienal de Curitiba”.

A mostra questiona disparidades econômicas, a corrupção de longa data e a inclusão do binário “eu” versus “outro”, que reacende as chamas da misoginia, homofobia, racismo e classismo, além de uma cultura voltada para si e um isolacionismo que promete o retorno às serenas paisagens políticas que não (e nunca) existiram.

A exposição reúne obras de artistas de diversos  países: Austrália, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Cuba, Egito, Estados Unidos, França, Israel, Paraguai, Taiwan e Uruguai. São nomes como Ale Mazzarolo, Avi Sabah, Bill Burns, Christina Z. Anderson, Daniela Busarello, Ed Pien, Elvo Benito Damo, Enrique Chagoya, Enrique Tente Miralles, Eron Zeni, German Tagle, Glenda Salazar, Gonzalo Garcia, Ian Van Coller, Javier Calvo Sandi, Javier Vanegas, Jeremy Hatch, Julia Isidrez, Khaled Hafez, Luis Manuel Alcántara, Miles Neidinger, Nestor Siré, Omar Estrada, Pedro Tyler, Reinier Nande e Theo Lipfert.

Sobre a Bienal – A Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba é reconhecida como o maior evento de arte contemporânea da América do Sul e um dos principais eventos do circuito mundial de arte. A edição de 2017 conta com a participação de 435 artistas de 43 países, sendo a China o país homenageado. A programação segue até o próximo dia 25 de fevereiro ocupando, além do Memorial de Curitiba, mais de 100 espaços na cidade. Em 2018 a Bienal celebra 25 anos da realização de sua primeira edição (1993) e atualmente, além de ser realizada em Curitiba, está em outras cidades do Brasil e da América do Sul.

Royce W. Smith (EUA) – Possui doutorado em História da Arte pela Universidade de Queensland, Austrália (2005). É crítico de arte, membro da AICA – Associação Internacional de Críticos de Arte, pesquisador de arte contemporânea e professor convidado do Instituto Superior de Arte de Havana, Cuba. Foi contemplado pelo Governo dos Estados Unidos da América com a Bolsa Fulbright.

Ele já ministrou palestras em diversos eventos internacionais como: “Biennials: Prospect and Perspectives”, simpósio organizado pelo Centro ZKM de Karlsruhe, Alemanha; e no Fórum Teórico comemorativo aos 30 anos da Bienal de Havana, Cuba. Como curador, tem inúmeras exposições de arte contemporânea no currículo, como: “Grito de Liberdad”, Bienal Internacional de Assunção, Paraguai, 2015 e 2017 (Curadoria Geral); “Between, inside, Outside”, 12ª Bienal de Havana, Cuba, Pavilhão Cuba, 2015; Bienal de Curitiba 2017 (Curador convidado).

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